Quando a Arte era uma Modalidade Olímpica

No passado dia 23 de Julho, teve lugar a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. São cerca de cinquenta modalidades que vão ser disputadas ao longo de duas semanas, de forma a apurar os três melhores concorrentes em cada uma delas.

Falamos de Desporto, claro, mas sabiam que, durante 36 anos, a Arte foi também ela uma modalidade Olímpica? Não? Pois bem, neste artigo poderão descobrir toda a história, começando pela vontade de ver as Artes representadas nos Jogos Olímpicos até ao dia em que se decidiu que seriam eliminadas dos mesmos.

Jogos Olímpicos de Los Angeles 1932. Fonte: WikimediaCommons.

Entre 1912 e 1948, a Arte também fez parte dos Jogos Olímpicos. Deste bloco artístico faziam parte cinco modalidades que eram galardoadas com medalhas olímpicas: Arquitectura, Pintura, Escultura, Literatura e Música. Esta divisão em cinco fez com que este lado artístico dos Jogos fosse denominado por Pentatlo das Musas.

Começando pelo início, esta história remonta até ao barão Pierre de Coubertin (1863-1937), fundador do Comité Olímpico Internacional e dos Jogos Olímpicos Modernos. Tendo tido uma educação clássica, Coubertin considerava, tal como os Gregos Antigos, que a Arte e o Desporto eram os parceiros perfeitos, sendo que o ideal para a vida era alcançar a harmonia através do exercício do corpo e da mente. Por este motivo, para recriar os Jogos Olímpicos numa era moderna, seria implícito que a Arte fosse uma das modalidades, caso contrário os jogos estariam incompletos.

Ainda assim, foi preciso chegar à quinta edição para que as Artes realmente fizessem parte das modalidades a concurso. Isto acontece, porque, nas primeiras três edições, o barão não conseguiu convencer os restantes intervenientes do Comité de que esta era uma área realmente importante. Outro motivo que criava resistência por parte dos restantes organizadores prendia-se essencialmente com o facto de que avaliar Arte é algo muito subjectivo, não sendo tão directo e perceptível de encontrar um vencedor como é, por exemplo, numa maratona.

A quarta edição dos Jogos Olímpicos aconteceu em 1908 e aqui, sim, estava previsto a entrada da Arte. Porém, 17 meses antes do evento, dá-se a erupção dos Monte Vesúvio o que obriga a uma inesperada recolocação do Comité Olímpico Internacional de Roma para Londres. Esta preparação apressada fez com que várias modalidades ficassem de fora, incluindo, claro está, as artísticas.

Pierre de Courbetin numa moto, no sul de França. Fonte: Olympics.

Monumento de homenagem a Pierre de Coubertine, Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Fonte: Eurosport.

Chagados a 1912, os Jogos Olímpicos de Estocolmo dão finalmente início a esta tão esperada aliança entre o Desporto e a Arte. Cerca de 33 artistas, na sua maioria europeus, submeteram trabalhos para as diferentes cinco categorias. As submissões de obras aconteceram 10 meses antes, em Setembro de 1911, e a publicação do anúncio vinha com a promessa de que os vencedores receberiam medalhas olímpicas e que os seus trabalhos seriam divulgados o mais possível durante o decorrer do evento.

No primeiro ano, com 33 submissões, foram entregues as cinco medalhas de ouro, mas de prata e bronze só foram atribuídas quatro das cinco categorias. Walter Winans (1852-1920) ganhou a primeira medalha de ouro de Escultura com a obra An American Trotter, que representa um pequeno cavalo a puxar uma carruagem. Era já a sua terceira medalha, sendo que nos Jogos Olímpicos de Londres 1908 e nos mesmos de 1912 ganhou ouro e prata, respectivamente, na categoria de tiro, tornando-se a única pessoa galardoado com ouro em ambas as competições.

Ainda nesta edição, o próprio Pierre de Coubertin concorreu à categoria de literatura, com medo de que fossem poucas as obras propostas para avaliação. No entanto, assinou com o pseudónimo “Georges Hohrod e Martin Eschboch” para que não soubessem quem era o verdadeiro autor. Esta aventura valeu-lhe a medalha de ouro.

Walter Winans, An American Trotter, bronze, 1912. Fonte: ArtNet.

Ode ao Desporto de Pierre de Coubertin, assinado Georges Hohrod e Martin Eschboch, 1912. Fonte: SmithsonianMag.

Para submeter uma obra para integrar os Jogos Olímpicos era necessário seguir algumas regras:

  • Todas as peças deveriam estabelecer uma relação definida com o conceito olímpico, representado desportos ao algo a eles ligado;
  • Os trabalhos deveriam ser originais e não ter sido publicados ou mostrados ao público anteriormente;
  • As peças literárias tinham um limite de vinte mil palavras;
  • As peças musicais não podiam ultrapassar a hora de reprodução;
  • Só seriam aceites obras de artistas amadores, seguindo a norma que existia também para o lado desportivo, sendo que não eram aceites atletas profissionais.

Seria exactamente este último ponto o que levantaria mais problemas. Por um lado, o facto de só poderem competir amadores contribuía para a falta de interesse que se fazia notar por parte do público, pois não havia nomes que os chamassem à atenção; por outro, os artistas participantes viam aqui uma oportunidade para criar nome e conseguir vender obras, acção que imediatamente os tornaria considerados artistas profissionais.

Um dos outros problemas estava relacionado com o facto de cada obra ter que estar relacionada com o desporto. No caso da Arquitectura, por exemplo, isto fez com que a maioria dos projectos apresentados fossem relativos a estádios e arenas; na Pintura e na Escultura reflectiu-se num sem número de representações de combates de wrestling e de boxe. De forma geral, este tema obrigatório afastou também os grandes nomes da Arte que se poderiam tornar um incentivo para que mais pessoas visitassem as exposições.

Para além disto, o sistema de atribuição de medalhas era muito caótico e desorganizado. Por vezes, o patamar mais alto atribuído era o de prata; outras vezes ainda, os jurados ficavam tão insatisfeitos com as obras em concurso que não atribuíam medalhas de todo. E aqui podemos inserir a questão de não haver limite de obras apresentadas, o que dava hipótese aos artistas de receberem mais do que uma medalha. Tal aconteceu com o artista gráfico suíço Alex Diggelmann (1902-1987), galardoado com uma medalha de prata e outra de bronze, nos Jogos de Londres 1948, ao apresentar dois cartazes comerciais.

Eram este tipo de inconsistências que faziam com que muitos optassem por nem sequer concorrer, sendo que consideravam que iria ser uma perda de tempo e que poderia resultar num ponto baixo das suas carreiras. Também o facto de as competições terem sido iniciadas por pessoas de fora da área contribuía para esse afastamento.

Simon Goossens, Les Patineurs, bronze, 1920. Medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Antuérpia 1920.
Fonte: ArtClassCurator.

Laura Knight, Boxeurs, óleo sobre tela, 1928. Medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Amesterdão 1928. Fonte: Pinterest.

Alex Diggelmann, Arosa I Placard, cartaz, 1936. Vencedor da medalha de ouro em Design Gráfico nos Jogos Olímpicos de Berlim 1936. Fonte: GraphicArts.

Os Jogos Olímpicos de 1916 foram cancelados devido à Primeira Guerra Mundial, mas a Arte continuou a fazer parte da competição. Em Berlim 1920 e Paris 1924 foram recebidas 193 submissões de artistas. Na edição seguinte, Amesterdão 1928, contabilizaram-se mais de 1100 trabalhos expostos no Museu Municipal. No final do evento, os artistas foram autorizados a vender as suas obras.

Assim, a competição olímpica de Arte tornava-se agora grande ao ponto de conseguir atrair um número relativamente elevado de público. Nos Jogos de Los Angeles 1932, por exemplo, o Museu de História, Ciência e Arte foi visitado por cerca de 400 mil pessoas, sendo o maior número registado. E, contrariamente a outros anos, houve alguns participantes de destaque, como o arquitecto americano John Russell Pope (1874-1936) que ganhou a medalha de ouro na categoria de Arquitectura.

Infelizmente, esta onda de artistas profissionais e de permitir a venda no final do evento iriam ser os motivos pelos quais se começou a levantar mais acerrimamente a questão do profissionalismo de quem participava, sendo que muitos que agora concorriam tinham sustento a partir da sua prática artística. Mas qual outra forma de garantir obras com qualidade se os que concorrem não estão autorizados a ter a Arte como seu ganha pão?

Medalhas de bronze atribuídas da categoria Escultura, nos Jogos Olímpicos de Paris 1924. Fonte: SmithsonianMag.

Mahonri Young, The Knockdown, bronze, 1911; vencedora da medalha de ouro em 1932. Smithsonian American Art Museum. Fonte: AmericanArt.

Vista geral da sala de exposições dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 1932. Fonte: ArtClassCurator.

Pierre de Cubertin deixa a presidência do Comité Olímpico Internacional em 1925, por motivos de saúde. Já não aparece na edição de 1936 e morre em 1937. Era respeitado pelos alemães por ter reintroduzido os Jogos Olímpicos que, ultimamente, serviram também como uma afirmação da raça ariana e por este motivo as categorias de Arte fizeram ainda parte da edição de 1936.

Os Jogos Olímpicos de Berlim 1936 são exactamente um dos mais bem documentados, sendo que a comitiva de Adolf Hitler se focou nos registos, tanto escritos como filmados. No que toca à Arte, sabemos que todas as obras tinham que remeter para no máximo quatro anos antes, altura em que o partido Nazi subiu ao poder. Posto isto, não é de estranhar que o júri fosse composto por 29 jurados alemães e doze de outros países europeus, fazendo com que das nove medalhas de ouro atribuídas cinco tenham sido entregues a artistas alemães. A categoria de Arquitectura, por exemplo, foi ganha pela dupla alemã Werner e Walter March que apresentaram um design para o Campo Desportivo do Reich, que foi construído e que ainda hoje é utilizado para as competições olímpicas de andebol, corrida equestre, futebol e atletismo.

Ainda assim, foram alguns os problemas que a organização de 1936 encontrou. Um deles foi o dos alemães não demonstrarem muito interesse pela parte artística. Posto isto, foi necessário apostar em publicidade e artigos que aparecessem em publicações diárias, bem como criar um cartaz que foi espalhado pela cidade. Estes métodos revelaram-se eficazes, sendo que se notou um aumento significativo de visitantes na Exposição, sendo visitada por mais de setenta mil pessoas, durante as cinco semanas de mostra. Há registo de que pessoas de altos cargos da Alemanha, Itália e Japão compraram algumas das obras apresentadas.

Outro problema esteve relacionado com o boicote que países como a França, os Estados Unidos da América, a Checoslováquia, a Suécia, o Reino Unidos e os Países Baixos tencionavam fazer, tendo já por base o clima político que se sentia. Após os americanos decidirem participar, levou pouco tempo até que os restantes seguissem o mesmo caminho. Apenas a Espanha e a União Soviética se mantiveram firmes, acabando mesmo por não integrar a lista de participantes desse ano. Tudo isto tornou necessário o estender das datas para submissão de obras, o que acabou por se revelar benéfico para alguns países.

Joseph Goebbles (segundo a contar da esquerda), Ministro da Propaganda do Reich, na Exposição Olímpica de Arte nos Jogos Olímpicos de Berlim 1936. Fonte: TheAtlantic.

Júri internacional a avaliar as obras a concurso nos Jogos Olímpicos de Berlim 1936. Fonte: MutualArt.

Werner e Walter March, Olympiastadion, 1936, Berlim. Fonte: Wikipedia.

A Segunda Guerra Mundial iria ter um grande impacto na continuidade da Arte nos Jogos Olímpicos. O cancelamento dos Jogos de 1940 e 1944, deram um grande impulso ao então presidente do Comité Olímpico Internacional, Avery Brundage (1887-1975). Ele, que nos jogos de Los Angeles 1932 recebeu uma distinção honrosa ao apresentar uma obra literária, chega à liderança com uma ideia muito fixa e rígida de apoiar atletas amadores, querendo que as Olímpiadas fossem algo puro e afastado do poder monetário. Isto teve impacto na Arte, pois muitos artistas medalhados apoiavam-se nessa vitória para conseguir melhores vendas das suas obras, sendo uma publicidade à sua qualidade artística.

Considerando isto uma via de alcançar o profissionalismo, Brundage faz logo uma modificação nos Jogos de Londres 1948, passando a Arte para uma espécie de festival e exposição paralelos que decorriam no local dos jogos de Inverno e Verão. Após o fim desta edição, entra numa campanha contra a inclusão das Artes como modalidade olímpica. Após um debate aceso e a realização de um inquérito que revelou que praticamente todos artistas participantes faziam dinheiro com as suas obras, o Comité chega à decisão de retirar definitivamente a Arte de competição, embora não dos jogos em si, sendo que passaram a existir exposições não competitivas, que eventualmente ganharam o nome de Olímpiada Cultural.

Deste modo, e a título de curiosidade, o britânico Alfred Thomson (1894-1979) foi o último medalhado olímpico de ouro na categoria de Pintura e o também britânico John Copley (1875-1950) seria igualmente um dos últimos artistas a receber uma medalha olímpica, nesse ano de 1948, ao apresentar a gravura Polo Players. Se estas medalhas ainda fossem contabilizadas, ele seria o medalhista olímpico mais velho da História, tendo 73 anos na altura.

E é mesmo isso: com a decisão de retirar a Arte dos Jogos Olímpicos, decidiu-se também excluir as cerca de 150 medalhas atribuídas nessas categorias durante 36 anos, não sendo contabilizadas para o total de cada país.

Alfred Thomson, The London Amateur Boxing Championship held at the Royal Albert Hall, óleo sobre tela, 1948.
Fonte: Christie’s.

John Copley, Polo Players, gravura sobre papel, 1939. Fonte: NationalGalleriesScotland.

Tendo em conta que poucas pessoas sabem deste lado dos Jogos Olímpicos, não é de admirar que estas competições de Arte tenham tido pouco impacto não só nos Jogos em si, mas também na História da Arte, pois os artistas profissionais estavam proibidos de concorrer e os amadores medalhados acabaram por cair em esquecimento exactamente pela pouca atenção que estas modalidades recebiam.

É certo que o Comité Olímpico Internacional mantém um arquivo desde a primeira edição dos Jogos, mas também sabido que muitas das obras apresentadas e que aqui foram guardadas, bem como registos relativos a elas e aos seus autores, se perderam durante o tempo. Isto faz com que o ponto principal que podia fornecer conhecimento sobre este lado quase oculto acaba por não ser uma grande ajuda.

O arquitecto americano Charles Downing Lay (1877-1956), o litógrafo americano Joseph Webster Golinkin (1896-1877), o escultor italiano Rembrandt Bugatti (1884-1916), o ilustrador americano Percy Crosby (1891-1964), o autor irlandês Oliver St. John Gogarty (1878-1957) e o pintor holandês Isaac Israëls (1865-1934) foram alguns dos artistas profissionais que concorreram às modalidades artísticas dos Jogos Olímpicos, alguns deles agraciados com uma medalha de ouro.

Isaac Israëls, Red Rider, óleo sobre tela, 1928. Medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Amesterdão 1928. Fonte: Arthur.

Charles Downing Lay, Marine Brooklyn Park, projecto, 1936. Fonte: BklynLibrary.

Apesar do demorado inserir nos Jogos Olímpicos, a Arte e esta competição têm uma ligação muito estreita desde o início, sendo que o design dos cartazes promocionais é um dos maiores atractivos a cada ano que passa. A par da cerimónia de abertura, o revelar dos desenhos é um dos elementos relacionados com os Jogos que mais curiosidade gera.

Para além disso, e mesmo com o afastar da Arte do mundo competitivo, em anos mais recentes, mais concretamente desde 2004, o Comité Internacional Olímpico tem um concurso de Desporto e Arte que abre o caminho para cada edição dos jogos de Verão. A cada quatro anos, é dado um tema e embora não sejam atribuídas medalhas, os vencedores recebem prémios em dinheiro e as melhores obras são expostas durante os dias em que decorrem os Jogos. Uma forma de prestar homenagem à ideologia de Pierre de Coubertin e, portanto, à ideologia da Grécia Antiga.

Só existe uma diferença entre as nossas Olímpiadas e um simples campeonato desportivo e é precisamente as competições de Arte, tal como existiam nas Olímpiadas da Grécia Antiga, onde as exibições desportivas caminhavam em igualdade com as exibições artísticas.

Cartaz dos Jogos Olímpicos de Estocolmo 1912. Fonte: ArtUK.

Deixo-vos ainda alguns factos aleatórios relativos à competição de Arte em várias edições do Jogos Olímpicos:

  • Ao idealizar os Jogos Olímpicos, Coubertin sugeriu uma prova que consistia num combinar de uma corrida de 14 kms e num ensaio escrito, juntando assim corpo e mente num só;
  • Para a competição olímpica artística de Antuérpia 1920, os soviéticos submeteram algumas obras, mesmo não concorrendo na parte desportiva;
  • A par de Walter Winans, o húngaro Alfréd Hajós (1878-1955) foi outro dos galardoados em ambos os campos, ganhando o ouro em Natação nos Jogos Olímpicos de Atenas 1896 e a prata em Arquitectura nos Jogos Olímpicos de Paris 1924;
  • O pintor luxemburguês Jean Jacoby (1891-1936) foi o artista mais bem sucedido na modalidade de Arte, tendo ganho duas medalhas de ouro, em Paris 1924 e Amesterdão 1928;
  • Também nos Jogos Olímpicos de Amesterdão 1928, a Literatura foi dividida nas sub-categorias de lírica, dramática e épica. No ano de 1932 voltou a ter tudo concentrado numa grande categoria, que se viu novamente dividida em 1936;
  • Na edição de Berlim 1936, a categoria de Música teve também uma mudança, sendo dividida nas duas sub-categorias de Solo e Coro;
  • Ainda em 1936, o governo alemão, como país anfitrião, propôs uma categoria de Filme, que foi rejeitada.

Alfréd Hajós. Fonte: Wikipedia.

Jean Jacoby, Corner (esquerda) e Rugby (direita), 1912. A segunda foi a galardoada com a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Amesterdão 1928. Fonte: ArtNet.

Tendo em conta que nos dias de hoje a maioria dos atletas que participa nos Jogos Olímpicos têm o estatuto de profissionais, é interessante pensar como seria se a Arte, nos termos estabelecidos pelo barão Pierre de Coubertin, fosse novamente uma parte da competição. Haveria agora espaço para mais modalidades, como o já sugerido Filme, a Performance, a Instalação? Será que os concertos deixavam de estar reservados para as cerimónias de abertura e encerramento e passavam a estar presentes durante todo o evento? Quais os artistas que participariam e quais os que causariam mais procura? Quais as obras que iriam causar choque e quais as que caíram no esquecimento?

Qual a vossa opinião? Deveria a Arte voltar a ser uma modalidade nos Jogos Olímpicos? E de que forma deveria ser julgada?

Um pensamento sobre “Quando a Arte era uma Modalidade Olímpica

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