Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves | Lisboa

Dentro da tipologia das Casas-Museu em Portugal, há uma que se ergue em Lisboa e que foi tanto uma casa de um artista como a casa de um coleccionador, sendo deste segundo que nasce o seu nome. Falo-vos, claro está, da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, um importante espaço museológico no panorama português e internacional que se reveste de vários elementos decorativos, mas que vê na Pintura Naturalista Portuguesa, no Mobiliário e na Porcelana Chinesa os seus núcleos de maior expressão, contando com algumas peças classificadas como Tesouro Nacional.

É sobre ela o presente artigo, sendo que para a conhecer é necessário falar primeiro sobre a construção do edifício e da história de António Anastácio Gonçalves, o homem que construiu uma colecção importante durante a sua vida, a qual viria a deixar, juntamente com a casa, legada ao Estado Português.

Comecemos, então, por falar de António Anastácio Gonçalves que nasce em Alcanena a 2 de Outubro de 1888, filho de pais oriundos de famílias abastadas ligadas ao comércio de curtumes (operação de processamento do couro) e proprietários rurais.
O seu tio, José Anastácio Gonçalves, fundou o Hospital de Alcanena, em 1912, elemento fundamental para a sua evolução a concelho. António foi o secretário do acto da sua fundação e para sempre ficou ligado ao Hospital, tendo deixado legado testamentário ao local, bem como as suas seis irmãs falecidas também sem herdeiros directos. Este tio e esta iniciativa teriam um grande impacto na escolha profissional do coleccionador.

Em 1907, parte para Lisboa de modo a cursar as cadeiras preparatórias do curso de Medicina. No entanto, vê o seu curso ser interrompido quando, a 11 de Novembro de 1908, é incorporado no Exército servindo como Nº. 1 da Companhia de Saúde de Santarém. Algum tempo depois, é escusado para poder terminar os seus estudos e assim radica-se em Lisboa.
Em 1913, obtém a formatura na Faculdade de Medicina de Lisboa, onde se revelou um aluno brilhante, e no ano seguinte segue pela especialidade de Oftalmologia, área que escolhe muito devido à cegueira acidental da sua irmã mais nova, Teolinda (1884-1953), a qual pretendia tratar. Esta ocorrência leva-o também a ter a protecção dos cegos como uma grande preocupação da sua vida e da sua carreira, fundando alguns espaços onde os podia acolher e ajudar. No ano seguinte, em 1914, é nomeado Sub-Delegado de Saúde de Lisboa e Guarda-Mor substituto do Porto de Lisboa.
Entre Junho de 1917 e Fevereiro de 1919, integra, como Tenente-Médico Miliciano, o corpo de Tropas Expedicionárias Portuguesas na Flandres, durante a Primeira Guerra Mundial, distinguindo-se pela coragem e responsabilidade durante a Batalha de La Lys, algo que lhe valeu algumas condecorações.
Após a Guerra, regressa a Lisboa e passa a ser conhecido como Médico de renome e também por ser um fervoroso amante das Artes e da Cultura.
Até 1926, ocupa o cargo de Assistente do Professor Doutor Gama Pinto e na década de 1930 trabalha já em dois consultórios, dividindo-se ainda na regência de cadeiras do curso de Medicina.
A 1 de Setembro de 1930, recebe o Diploma de Oficial da Ordem Militar de S. Tiago de Espada, em reconhecimento pelos serviços prestados ao país.

Anastácio Gonçalves conheceu quase o mundo inteiro nas inúmeras viagens que fez, só não visitando a Austrália e a América do Sul. Viajava todos os anos para as grandes capitais europeias para visitar museus, algo que adorava fazer. A partir de cartões de hotéis, itinerários de viagens e anotações de vários locais de interesse presentes no espólio documental da Casa-Museu, podemos ter a certeza de alguns dos países que visitou como França, Alemanha Ocidental e Oriental, Roménia, Checoslováquia, Jugoslávia, Finlândia, Rússia, Chipre, Turquia, Israel, Argélia, Egipto, Síria, Líbano, Tailândia, Ceilão, Hong Kong, Japão, Paquistão, Camboja, Singapura e Estados Unidos da América, só para mencionar alguns.

Homem conservador, mas às vezes à frente do seu tempo, era bastante contido nos seus gastos, menos no que toca a coleccionar, sendo que chegou a comprar a Quinta das Baldrucas, em Azeitão, e todo o seu recheio apenas porque queria dois aquários de porcelana chinesa que dele faziam parte. Revela-se, assim, uma pessoa calma e culta que sempre demonstrou com certezas aquilo que queria, principalmente no que toca às peças que pretendia coleccionar seguindo sempre a linha do seu gosto pessoal, tanto a nível de estéticas como de tipo de peças.

Esquerda: Dr. Anastácio Gonçalves. Fonte: CMAGFacebook.
Direita: Alferes Meliciano Dr. António Anastácio Gonçalves, 1917-1918. Fonte: CMAGFacebook.

É em 1932 que adquire a Casa Malhoa por 200 contos em hasta pública. Com uma quantidade já considerável de peças na sua colecção, necessitava de um espaço maior para a organizar, sendo este edifício o local ideal e onde viveu e organizou o seu espólio até ao ano da sua morte.
Anastácio Gonçalves realiza algumas obras de melhoramento nesta casa, a qual podemos ver também como uma das peças da sua colecção.

Inventariava todos as suas peças e incluía o máximo de detalhes possível como a origem, a época, o fabrico (no caso do mobiliário e porcelana), as dimensões, possíveis restauros anteriores, proprietários, obras idênticas que tivesse visto noutros museus, não deixando de parte as suas opiniões estéticas sobre elas. Esta sua minúcia em tudo o que fazia, torna bastante fácil e fidedigno traçar a história das suas compras e da sua colecção.

Muitos dizem que foi no fim da sua vida e por não ter filhos que doou a casa com o intuito de criar um museu, mas na verdade existe uma caderneta predial (também existente no fundo documental da Casa-Museu), datada de 1937, que diz que a casa se destina a residência e a museu.
É engraçado pensar nessa vontade que o Médico tinha de tornar a sua colecção pública, quando, enquanto vivo, esta foi uma colecção bastante privada no sentido em que apenas um grupo restrito de pessoas tinha o privilégio de a ver. Uma dessas pessoas era a pintora Maria Lucília Moita (1928-2011), presente na colecção, prima de Anastácio Gonçalves e um dos raros elementos da família a ter acesso à colecção. As suas visitas à casa permitiram-lhe não só pedir a avaliação do olho conhecedor do primo, mas também de realizar cópias de obras de grandes nomes como Silva Porto, Carlos Reis, Columbano e Malhoa.
Fora ela, muitos eram os que se dirigiam a esta casa para se fazer valer dos vastos conhecimentos que Anastácio Gonçalves tinha sobre História da Arte, incluindo alguns antiquários que precisavam de ter a certeza do que tinham para venda – e que, muitas vezes, acabavam a vender o item ao coleccionador.

Uma colecção é uma reunião de objectos classificados, sendo que o móvel que leva o homem a fazer uma colecção, pode ser o estudo, o divertimentos, o interesse económico, o desprendimento ou a generosidade para com outrem.
Para Anastácio Gonçalves o acto de coleccionar tinha um objectivo, o da generosidade que ficou expresso logo na compra da Casa que escolheu como residência e seu futuro museu para: – garantir que a colecção e a sua casa ficavam regularmente aberta ao público para recreio e instrução.

– Casa-Museu Anastácio Gonçalves, Facebook.

Visitar a Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves é começar por admirar o seu edifício, o qual foi encomendado pelo pintor José Malhoa (1855-1933) ao arquitecto Norte Júnior (1878-1962). Construída entre 1904 e 1905 (e vendida por Malhoa em 1919), é a primeira casa de artista da capital portuguesa, assim denominada porque servia não só de habitação, mas também de atelier para o pintor. Esta Casa enquadra-se urbanisticamente no plano de crescimento da Lisboa da altura e valeu a Norte Júnior o seu primeiro Prémio Valmor (reconhecimento da excelência da qualidade arquitectónica), no ano da conclusão da obra. É um dos poucos edifícios desta época e estética que não foi destruído nestas Avenidas nos últimos 60 anos.

O edifício, composto por três corpos distintos mas harmonioso entre si, mostra várias correntes estéticas da época, cujo ecletismo podemos perceber através da utilização da Arte Nova presente nos vitrais de origem francesa, no azulejo e no ferro forjado, bem como no gosto Neo-Românico, visível em alguns vãos. O centro da fachada é ocupada por um grande janelão que ilumina o interior do que foi o atelier de José Malhoa e que mais tarde se tornou o local onde Anastácio Gonçalves pousava as peças recentemente adquiridas até lhes encontrar um poiso adequado e onde também mostrava a sua colecção.
A Casa Malhoa, assim denominada aquando a atribuição do prémio, é classificada como Imóvel de Interessa Público e mostra uma estética de Arte Nova, Naturalista e de linhas curvas ao nível do azulejo que ornamenta o exterior do edifício sobretudo em faixas/frisos de remate ou transição de pisos. Predomina a temática vegetalista e figurativa onde o azul é rei sobre o fundo branco e do amarelo, tal como é comum na maior parte dos trabalhos de azulejaria portuguesa. O corpo central, com um painel em amarelo e azul, mostra a inscrição “PRO ARTE” existente já desde a altura em que José Malhoa habitou a casa. Os desenhos dos azulejos remontam ao início do século XX e são da autoria do próprio Malhoa e de António Ramalho (1859-1916), pintados por João Eloy Ferreira do Amaral (1839-1927). Uma casa que, assim, podia ser uma glorificação à Arte por todos os artistas que juntou na sua construção e ornamentação.

O testamento de Anastácio Gonçalves data de 31 de Julho de 1964 e nele está, então, expressa a vontade de legar a sua casa e espólio ao Estado Português. O economista Dr. João Anastácio, primo do coleccionador, ficou responsável pela realização do inventário e pela execução testamentária. A inventariação decorreu ao longo de dois anos e os bens são entregues ao Estado a 18 de Agosto de 1967. Neste período, o edifício começa a demonstrar alguma deterioração por não estar habitado e, para se dar início a trabalhos de reparação dos telhados, são retiradas algumas obras do espaço do atelier. Em 1974, continuando sem protecção, há a necessidade de retirar todas as obras, as quais são levadas para o Museu Nacional de Arte Antiga, Biblioteca Nacional e Instituto José de Figueiredo. Ainda nesse ano é finalmente formada uma comissão de conservadores que tratam sobretudo de inventariar a colecção. Quatro anos depois é criada uma Comissão Instaladora com o único objectivo de preparar a abertura do Museu, a qual se concretiza finalmente em 1980.

Sem indicações específicas sobre como deveria ser e funcionar o seu Museu, Anastácio Gonçalves remete apenas uma menção para a sua inclinação para a tipologia Casa-Museu, uma forma de manter o ambiente vivenciado na casa e de respeitar a memória do local. Aqui, inspira-se no Museu Sir John Soane, em Londres, tendo a ideia marcada de criar um espaço de fruição cultural para o público, o qual deveria ser gratuito (algo que não acontece nos dias de hoje).

O atelier de José Malhoa, 1906. Fonte: CMAGFacebook.

Assim, a Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves mostra uma colecção de referência no panorama museológico nacional e internacional que é composta por cerca de três mil peças que se dividem, primeiramente, em três grandes núcleos: Pintura Portuguesa dos séculos XIX e XX, com artistas como Vieira Lusitano (1699-1783), Mário Augusto (1895-1941), Portela Júnior (1898-1985), André-Joseph Bodem (1791-?), Veloso Salgado (1864-1945), Francisco Metrass (1825-1861), Ricardo Ruivo (1877-1910) e Miguel Ângelo Lupi (1826-1883); Porcelana Chinesa do século XII ao XIX; Mobiliário Português, Francês, Inglês e Holandês dos séculos XVII a XIX. Há depois outros conjuntos de peças importantes, como Ourivesaria; Pintura Europeia, com artistas como Stanislas Victor Édouard Lépine (1835-1892), Eugéne-Louis Boudin (1824-1898), Jan Brueghel o Velho (1568-1625), Gustave Courbet (1819-1877), Jacob Jordaens (1593-1678); Escultura Portuguesa; Cerâmica Portuguesa; Têxteis; Numismática; Medalhística; Vidros; Relógios de bolso de fabrico português e francês.

A nível da Pintura Portuguesa, uma colecção reunida entre 1925 e 1965, é fácil descobrir o gosto especial que Anastácio Gonçalves nutria pelo Naturalismo (um gosto já destacado no final da década de 1940), com grande incidência para os artistas do Grupo do Leão, como José Malhoa, Columbano Bordalo Pinheiro (1857-1929), António Ramalho, João Vaz (1859-1931) e Silva Porto (1850-1893). Este último é, sem dúvida, o artista mais representado na Casa-Museu, sendo que a mesma alberga ainda um conjunto de aguarelas, desenhos e alguns artefactos pertencentes ao espólio do pintor portuense. As suas telas ocupam principalmente a zona do mezanino do antigo atelier de José Malhoa, zona da qual nos podemos servir para ver as obras mais de perto. Circulamos livremente como se visitássemos o próprio coleccionador.
O gosto pelas obras naturalistas remete sobretudo para a inclinação destes artistas pela pintura ao ar livre, capturando paisagens rurais, mas há também espaço para alguma pintura de costumes e retratos.

Silva Porto, Nu, óleo sobre tela, c. 1877.

Esquerda: Maria Lucília Moita, Cadeira Vermelha, óleo sobre tela, 1954.
Direita: António Ramalho, O Pintor Silva Porto (estudo), óleo sobre tela, 1880.

Relativamente aos restantes núcleos mais expressivos do espólio, podemos ver como a nível de mobiliário tentava sempre adquirir peças diferentes e inovadoras, tendo preferência pelo mobiliário D. Maria e D. José.
Já a sua biblioteca, com livros em português, francês e inglês, reúne livros de Medicina, Literatura, Viagens, Arte e vários catálogos de leiloeiras nacionais e internacionais, como a Sotheby’s e a Christie’s. Deixo aqui a nota de que o coleccionador aprendia Latim como uma forma de exercitar o cérebro.
Embora adquira a sua primeira peça de Porcelana Chinesa apenas em 1942, esta colecção de renome internacional representa a sua predilecção, reunindo um total de 379 objectos adquiridos até ao ano da sua morte. Anastácio Gonçalves, enquanto coleccionador, teve a preocupação de reunir objectos de períodos mais recuados relativamente a Porcelana Chinesa de exportação e por isso a sua datação recue até ao século XII, mesmo não sendo o período mais expressivo da colecção, o qual se centra entre os séculos XVI e XIX. Apostava ainda em obras decoradas com elementos da mitologia e história da China Imperial, sendo que nelas podemos ver várias flores e animais. Muitas destas peças são de um grande valor artístico e raras no mundo do coleccionismo, sendo muitas vezes requisitadas para exposições temporárias noutros museus e até noutros países.

Um dos núcleos menos expressivos está relacionado com a Religião. Anastácio Gonçalves era ateu, mas isso não o impediu de adquirir algumas peças religiosas, sendo que o que lhe interessava para a sua colecção era reunir peças que lhe dissessem algo sobretudo pela sua beleza e estética, mas também que de alguma forma se relacionassem um pouco com a história do seu país, dando, por isso, prioridade a objectos de fabrico português.

O Museu valoriza o ambiente da casa, sendo que nos sentimos a visitar um amigo. Há requinte e harmonia, embora as divisões em si pareçam luxuosas mais por aquilo que albergam do que pelo tamanho das mesmas. Os corredores de tom azul são estreitos e por isso desprovidos de grandes adornos, pontuados aqui e ali por algumas pinturas. Assim que entramos na primeira sala da Casa somos assaltados por uma onda de espanto perante aquilo que os nossos olhos vêem.
É de ressalvar que a Casa-Museu Anastácio Gonçalves inclui ainda as divisões da casa-de-banho e da cozinha, dois elementos que normalmente não fazem parte destes espaços museológicos a maior parte das vezes por terem sido destruídos para dar espaço a salas com outro tipo de utilidade para o funcionamento dos museus.

Em 1996, são realizadas obras de ampliação com a anexação de uma moradia contígua também com autoria de Norte Júnior. Este projecto de Frederico e Pedro George permitiu o alargamento de área de acolhimento ao visitante com loja, cafetaria e zona para exposições temporárias, numa obra que levou à reabertura do museu em Dezembro de 1997.

Uma Casa que ainda se mostra com vida, sendo que parece que alguém nos deixou sozinhos em sua casa e não conseguimos conter a vontade de ver todos os cantos e pormenores devido a toda a beleza que está à nossa volta. É de ressalvar que todas as divisões têm, ao dia de hoje, a mesma função que tinham no tempo de Anastácio Gonçalves.

Esta colecção foi feita para deleite do olhar crítico de um médico conhecedor de arte mas que revela desde muito cedo, uma preocupação maior, a do bem comum, na partilha das obras que pretendia legar para «recreio e instrução» do público. O Dr. Anastácio Gonçalves, para além de coleccionador, foi também um mecenas. Um coleccionador que legou os seus objectos, partilhou publicamente com os que lhe sucederam as suas obras e, ao mesmo tempo, perpetuou-se.

– Ribeiro, José Alberto in “Um Coleccionador Exigente: António Anastácio Gonçalves (1888-1965)”.

Como mencionado, visitar museus era um dos motivos que motivava Anastácio Gonçalves a viajar e ele ia até ao fim para conseguir o que queria. Prova disso é a história da sua morte. Na sua primeira ida a Leningardo (agora São Petersburgo), em 1962, não conseguiu visitar o Museu Hermitage, pois o mesmo estava fechado devido à celebração de um feriado. Volta a Lisboa desolado e desde então não descansou até conseguir visitar o museu russo. Em plena Guerra Fria e não havendo relações entre Portugal e a União Soviética, tentou de tudo, inclusive enviar pedidos à PIDE para que lhe permitissem a viagem, explicando que, como amante de Arte e Museus, o seu intuito era única e exclusivamente visitar o Museu, um dos únicos do mundo que ainda não conhecia. O seu pedido foi finalmente acedido em 1965. Visita o Museu no dia 14 de Setembro e nessa mesma noite morre no seu quarto de hotel, vítima de doença cardíaca súbita. A realização de um desejo que lhe permite morrer descansado e feliz por ter conseguido, finalmente, ver o interior e a colecção do Hermitage.

A Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves pode ser visitada de Terça-Feira a Domingo, das 10h às 13h e das 14h às 18h.
A entrada tem o custo de 3€ e é gratuita aos Domingos e Feriados até às 14h. Há outros descontos aplicáveis.
Para mais informações: Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves.

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Referências:
Visita à Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves;
Casas com História, RTP Arquivos – Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves;
Cultura Portugal – Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves;
Diário de Notícias – “Anastácio Gonçalves ama arte e pede à PIDE para ir à URSS. Visita o Hermitage e morre”;
Lisboa, Informações e Serviços – Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves;
Página de Facebook da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves;
Ribeiro, José Alberto, Um Coleccionador Exigente: António Anastácio Gonçalves (1888-1965), Revista de Artes Decorativas Nº. 2, disponível online;
Visita Guiada – Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves.

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